segunda-feira, 25 de março de 2013

Conheça o curso de Fotografia do Senac


Se você entrar em qualquer site ou folhear qualquer revista, com certeza encontrará muitas imagens. O trabalho do fotógrafo está claramente presente na sociedade atual, marcada pela cultura visual (tanto de fotografias quanto de vídeos). O fotógrafo pode trabalhar em muitas áreas, do jornalismo e moda à arte e arquitetura.
Para falar mais sobre o curso e a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com o professor João Kulcsar, do curso de Fotografia do Senac (São Paulo), considerado a melhor graduação da área no Brasil pelo Guia do Estudante – Melhores Universidades.


O curso foi criado em 1999 e é o primeiro do tipo na América Latina

A graduação em Fotografia no Senac é um bacharelado com quatro anos de duração. São duas turmas de 50 alunos, de manhã e à noite.


Desde o primeiro semestre, há um estudo integrado com matérias teóricas e práticas

O estudante passa por disciplinas obrigatórias que abordam tanto a fotografia clássica e analógica quanto a digital. No Senac, há laboratórios de última geração, como de fotografia digital, fotografia preto & branco e conservação. O aluno também pode imprimir e revelar suas fotos na faculdade.


Não é obrigatório ter conhecimentos prévios sobre fotografia para entrar no curso nem ter equipamento próprio

O Senac empresta equipamentos fotográficos para os alunos desenvolverem os trabalhos e todos os aspectos da Fotografia são ensinados do zero. Como explica o professor Kulcsar, “o estudante pode utilizar as câmeras oferecidas pelo Senac tranquilamente. Mas muitos alunos ao longo do curso querem adquirir o próprio material, sentem aos poucos a necessidade de ter uma câmera próprio, do seu gosto”.

O Senac tem parcerias de intercâmbio com universidades estrangeiras

Há um programa de intercâmbio com a Escola de Fotografia de Arles, a mais importante da França; e com o Instituto Português de Fotografia, em Lisboa e Porto. Atualmente parcerias estão sendo fechadas com EUA e Inglaterra.


Os alunos podem participar de exposições e saídas fotográficas

A faculdade organiza exposições de grandes fotógrafos nacionais e internacionais. E todo final de ano há uma exposição com os trabalhos dos alunos recém-graduados.


A questão técnica é apenas uma parte da fotografia. Ainda há o pensamento crítico e reflexivo

“A parte técnica você pode aprender em um curso de alguns meses ou um ano. Mas na graduação de quatro anos trazemos a parte conceitual ao lado da técnica, para formar um produtor de imagens consciente nesse mundo de forte cultura visual”, afirma o professor Kulcsar.


Um bom estudante de fotografia e fotógrafo precisa ser um leitor crítico de imagens

É preciso ler o mundo, saber ver e entender todos os códigos visuais que nos cerca, e transformá-lo em expressão.  Também é necessário ter sede de aprender e evoluir continuamente e também de conhecer grandes fotógrafos e seus trabalhos para ter uma boa base de referência.
Os fotógrafos são pessoas críticas e curiosas que buscam se expressar técnica e artisticamente. Elas gostam de buscar formas diferentes de ver e de conhecer lugares novos, de um novo país a outro bairro ou rua.

O fotógrafo pode trabalhar tanto com a fotografia aplicada (como fotojornalismo e de estúdio) quanto com a fotografia conceitual e artística

“No Brasil, está começando a se desenvolver um mercado de arte de fotografia. Encontramos muitos ex-alunos do Senac expondo em galerias, exposições, vendendo seus trabalhos”, diz o professor.


Há imagens onde quer que estejamos, milhões delas são produzidas diariamente. Mas, por trás do ato de fotografar, deve haver um ato de reflexão

“Há, a cada dia, mais publicações, revistas e sites, o que aumenta a produção de imagens, no meio digital e impresso. Porém, não adianta só tirar uma foto. É preciso passar por um processo de reflexão, fazer uma fotografia a partir de referências e estudo”, analisa Kulcsar.
Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/pordentrodasprofissoes/conheca-o-curso-de-fotografia-do-senac/



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quinta-feira, 14 de março de 2013

Hobby x Profissão

Será que devo escolher meu curso por hobby?


Hobby é a atividade que se faz por prazer, divertimento e que é livre de qualquer obrigação. Por ser algo que gostamos de fazer, não é incomum pensar em transformar o hobby em profissão. Essa pode ser uma boa escolha, mas é preciso estar atento há várias questões antes de tomar a decisão, como as possibilidades de cursos, o mercado de trabalho e o interesse real pela área.


Bacharelado ou tecnológicas? Qual o seu perfil?

Os cursos tecnológicos são mais voltados para a prática e a aplicação do que para a teoria. Eles têm duração menor que bacharelado, que representa a graduação tradicional e tem duração mais longa. Administradores, geógrafos, advogados e engenheiros, por exemplo, são bacharéis.

Devo fazer uma segunda faculdade?









Está pensando em fazer uma segunda faculdade? Tem dúvidas se é uma boa opção e se está consciente dos motivos que o estão levando a tomar essa decisão?

Mercado de Trabalho

O mercado está em alta para bacharéis e tecnólogos que fazem cobertura de eventos sociais, como casamentos,festas e batizados. "As pessoas estão querendo um trabalho de melhor qualidade ,por isso esse é um setor de muita demanda e que não exige investimento alto em equipamentos", diz Élcio Ohnuma, coordenador do bacharelado em fotografia da Panamericana Faculdade de Arte e Design, de São Paulo. A maioria dos profissionais abre estúdio próprio e atua como prestador de serviços para jornais, editoras de revistas e livros, agências de publicidade e departamentos de comunicação de empresas. A área mais concorrida e que melhor paga - e que também exige maiores investimentos em equipamentos - é a publicitária. Outra área que vem crescendo é a de arte. "Antes, as galerias só recebiam quadros e esculturas, mas já há abertura para os fotógrafos exporem seus trabalhos", conta o professor. São Paulo e Rio de Janeiro oferecem as melhores oportunidades, pois concentram o maior número de empresas que demandam esse profissional. São Paulo tem o maior mercado fotográfico do Brasil, com um número significativo de empresas de comunicação, birôs de tecnologia fotográfica e exposições.

Como posso seguir a carreira de Fotografia?

Quero seguir a carreira de Fotografia. Qual curso devo fazer? E experiências fora do país são exigências ou contam muito no currículo?

O campo da Fotografia conduz a muitas questões: é arte ou descrição jornalística? Requer mais técnica ou mais sensibilidade? O fotógrafo deve esperar o momento certo ou deve optar por sua intuição para registrar o fato?

De fato, tais questões não acharam ainda as respostas definitivas. Há excelentes exposições de fotografias que competem com as melhores obras de arte já produzidas pelos seres humanos, bem como relatos da vida concreta registrados pela objetiva de uma câmera que, se não podem ser considerados artísticos, valem pelo fato registrado “in loco”.
O prazer de olhar, de identificar formas e conteúdos conduzem os primeiros passos para a profissão. Saiba que os cursos, em qualquer nível, também implicam em muito conhecimento técnico, como iluminação, revelação, história da arte, técnicas relacionadas à abertura da objetiva e ao tempo de exposição do filme, softwares de tratamento de imagem, entre outros.

A princípio, não há nenhuma exigência formal para a realização de cursos ou estágios fora de nosso país. Experiência cultural e técnica adquiridas no exterior podem ser valiosas, mas há excelentes fotógrafos que se formaram apenas no circuito nacional.

Os maiores campos de atuação se concentram nas áreas de Moda e Publicidade. Há também espaço para quem deseja se dedicar ao registro de eventos históricos, bem como ao cotidiano das notícias jornalísticas que invadem nosso cotidiano.

Segundo o GUIA DO ESTUDANTE, há apenas dois bacharelados (com duração de quatro anos) no Brasil. Há cursos livres e de formação tecnológica. Para conhecer as faculdades que oferecem os cursos, consulte o Guia de Profissões. Pesquise as diversas opções.

Saiba que a área costuma exigir um “portfólio” como referência para as contratações de serviços, ou seja, um conjunto de obras já produzidas anteriormente para que a competência seja atestada. Isso pode ser conquistado por meio de estágios, mas, nessa área, principalmente por trabalhos em que o aprendiz se envolve com pessoas de renome, auxiliando-os.


Curso

Duração média: quatro anos.
Há apenas três bacharelados no país que oferecem uma formação mais humanística se comparados aos tecnólogos,mais focados na prática. Os cursos dão ênfase à fotografia digital, sem abandonar o estudo sobre os processos analógico e fotoquímico. Têm boa base teórica, mas muita experimentação e aulas práticas. A estrutura curricular é dividida em duas partes: fundamental e de desenvolvimento e especialização.
Na primeira, o aluno conhece as principais teorias e técnicas fotográficas. Na seguinte, o estudante entra em contato com os núcleos de formação profissional,como retrato/moda, gestão de acervo, fotojornalismo e crítica fotográfica, entre outros. O estágio não é obrigatório, porém é preciso apresentar um trabalho de conclusão antes da formatura.

Duraçãomédia: dois anos.
A maioriados cursos tecnológicos é voltada para a fotografia digital. Disciplinas comoética, história da arte e história da fotografia compõem a base teórica docurso. Entre as matérias específicas estão fotojornalismo, fotografia publicitária, digital, de eventos e direção fotográfica e de moda. 


Conseguirei um bom emprego seguindo a área de Fotografia?

Gostaria de saber como está o mercado de trabalho pra fotografia. Penso seriamente em seguir essa área, mas parece uma profissão complicada para achar uma boa vaga e ter sucesso financeiro.

O curso de Fotografia é oferecido nas duas modalidades de ensino superior: tecnológica e bacharelado. O curso tecnológico concentra-se em disciplinas mais práticas, enquanto o bacharelado apresenta maior duração: quatro anos, contra dois da formação tecnológica.
As disciplinas que ampliam a formação em fotografia digital são o foco dos cursos de âmbito tecnológico. Os bacharelados contam com disciplinas tanto teóricas como práticas.

O profissional formado nas duas modalidades pode atuar em estúdio fazendo, por exemplo, fotos de moda para revistas, reportagens jornalísticas, fotografia artística, cobertura de eventos como casamentos, batizados, festas, reuniões em geral, publicidade e em perícias criminais, entre outras áreas.

Segundo o GUIA DO ESTUDANTE, as melhores chances de mercado encontram-se fora das capitais. Os centros urbanos têm maior saturação de profissionais, além de se valerem da compra de serviços prestados por agências internacionais. A remuneração é bem variada e depende do vínculo: empregado de uma empresa jornalística ou free-lance - que vende serviços à medida que são solicitados, da experiência e do reconhecimento conquistado no mercado.

Fotógrafos renomados podem receber grandes somas ao serem requisitados por revistas. O mesmo acontece com fotos especialmente importantes, seja porque tiradas em momentos relevantes, seja pela qualidade da imagem.

O trabalho de fotógrafo não tem como requisito a formação universitária. Cursos técnicos ou livres também possibilitam a atuação na área. A remuneração básica, segundo a Associação Profissional dos repórteres Fotográficos do Rio de Janeiro é de R$ 359,00 por trabalho contratado por 3 horas.


Como escolher uma faculdade?

Por incrível que pareça, ainda não consegui achar nenhuma área que me chamasse especial atenção para fazer uma faculdade. Na escola, sempre estudei as matérias por ser necessário, não despertando gosto por nenhuma. Por conta disso, creio que conseguirei êxito se me concentrar em uma área especifica, não importando qual. Por isso, estou procurando algo pouco requisitado pelos estudantes, mais necessário no mercado.

Sua situação não é incomum. Muitos jovens chegam ao final do Ensino Médio sem conseguirem definir o futuro profissional. Para iniciar seu processo de escolha, pesquise todo o universo das profissões em sites e publicações, como aqui no GUIA DO ESTUDANTE. Ao fazer isso, você conseguirá descartar aquelas que estão bem longe de seus interesses e vai aprofundar a pesquisa sobre aquelas em que pode haver alguma identidade.


O segundo passo é avaliar sua história pessoal no sentido de que valores vocês traz consigo, que experiências foram positivas ou lhe trouxeram desafios que deseja superar, que contatos com profissões você já teve e como você os avalia.

Ao conseguir definir algumas profissões que você tem mais interesse, procure conversar com profissionais da área, professores e alunos. Assim, será possível saber com mais exatidão como é o dia a dia do profissional e você poderá decidir se gosta da rotina.

Busque também se informar sobre a história do trabalho em nossa sociedade: as variações da economia, os projetos políticos em jogo, o desenvolvimento de novas tecnologias. Considere que o trabalho é remunerado de acordo com a qualificação profissional, bem como pelo poder econômico de quem contrata os serviços do profissional qualificado.

Você disse que quer trabalhar em uma área que tenha bastante procura no mercado. Mas, atenção, as tendências de mercado devem ser analisadas com cuidado. Há diversas variáveis que influem no mercado de trabalho, como oferta de vagas nas universidades, prestígio social que as profissões podem conquistar, desenvolvimento de novas tecnologias ou procedimentos, entre outras.
Depois de refletir sobre você mesma, sobre a realidade do trabalho em nossa sociedade e sobre as profissões, haverá um momento em que você terá que tomar um “ato de coragem”, ou seja, que assumirá os riscos inevitáveis diante do futuro. Mas serão riscos conscientes, que você correrá com confiança.

Como você pode perceber, escolher uma profissão é bem complicado. Não há uma resposta simples e direta. É você que deve construir esta resposta depois de pensar sobre as questões que expusemos. Boa sorte!

O que você pode fazer

Área pericial
Documentar situações para investigações policiais e ações judiciais.

Arquitetura de interiores
Fotografar maquetes, ambientes e edifícios para publicações de arquitetura e decoração.
Banco de dados
Projetar, instalar e administrar arquivos de fotografias e material iconográfico em museus, instituições e centros de documentação.

Curadoria
Organizar e promover exposições em museus, galerias, centros de documentação e informação e eventos.
Estúdio
Fotografar produtos e modelos para moda, culinária, decoração, publicidade e venda de produtos.
Fotojornalismo
Fazer reportagem jornalística e editar fotografias para jornais, revistas, agências de notícias e sites.

Restauração e conservação
Pesquisar, desenvolver e aplicar técnicas para recuperar e conservar fotografias, cromos e filmes fotográficos.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/artes-design/fotografia-686328.shtml

Truques & Dicas

Descubra o fotógrafo que há em você!

Dizem que uma imagem é tão boa como o fotógrafo que a tira. É por isso que aqui disponibilizamos várias dicas para que consiga tirar maior partido da sua câmera digital.



Dica 1 - Entender a Câmera












Esta dica de fotografia digital é a mais importante que lhe podemos dar. Antes de começar a captar é importante que se conheça bem o equipamento com que vamos captar imagens. Compreender a velocidade, abertura, sensibilidade e conseguir conjugar as 3 funções em simultâneo, essa é a base para obter os resultados esperados.


Dica 2 - Foque a Imagem













Use o visor óptico e não visor eletrônico (LCD). O visor óptico é mais preciso e realista. Depois de fazer o enquadramento deve pressionar o botão até metade de forma a deixar a câmera fazer a focagem. Após o foco ficar fixo, basta carregar até ao fundo para capturar a foto.


Dica 3 - Deixe a Imagem Contar a História
















Decida o que a imagem pretende contar. Não tire uma foto a uma multidão, quando realmente o seu objectivo é captar a expressão de uma pessoa. Experimente aproximar-se do que pretende fotografar para dar mais realce e força à sua foto.


Dica 4 - Ver de Outra Perspectiva

Tirar uma foto de frente é sempre bom, mas será realmente o melhor? Experimente mudar o ponto de vista para dar uma perspectiva diferente às suas fotos. Poderá começar por tirar uma foto de frente, depois do mesmo lugar tire uma foto de baixo para cima e acredite que irá notar logo a diferença.


Dica 4 - Acrescente Luz Sobre o Assunto



Antes de mais é necessário referir que a luz natural é sempre melhor do que qualquer luz artificial. Quando não existe luz natural, temos de recorrer à luz artificial, o que significa que temos de confiar nos flashes da nossa câmera para capturar o que pretendemos. Normalmente o flash de uma máquina digital compacta, ilumina objetos que estejam entre 5 a 10 metros de distância da máquina. Assim sendo o objectivo principal é aproximar-se sempre do objeto para que possa incidir mais luz sobre o mesmo, aumentando desta forma a qualidade da fotografia. Não nos podemos esquecer que a fotografia é luz!


Dica 4 - Enquadramento


Esta dica poderia estar em primeiro lugar, visto que é sem dúvida a mais importante de todas. Sem esta não adiante compreender as restantes! Antes de captar uma fotografia, tente sempre ver se o enquadramento fica melhor na horizontal ou na vertical. Depois, deve tentar colocar o objecto dentro da área da fotografia, ex: se estiver a fotografar uma pessoa e pretender fazer uma fotografia de corpo inteiro deve colocar a máquina na vertical e tentar não cortar nenhuma parte do corpo. No caso de pretender tirar uma foto de meio corpo deve sempre enquadrar na vertical inserindo na área de captação a pessoa, da cabeça até pouco abaixo da cintura.


As dicas acima são para iniciante na fotografia! Assim, existem outras coisas de que se deve lembrar como a bateria ou o cartão de memória e se este tem espaço suficiente para as fotos que pretende tirar. No caso de precisar de mais espaço, pode sempre descarregar as fotos para o seu computador e para mantê-las seguras basta fazer álbuns digitais Dreambooks. Sempre que utilizar o software Dreambooks, poderá editar as suas fotos, aplicar filtros ou textos, bem como molduras, rodar e fazer composições. Capte as melhores imagens com as nossas dicas de fotografia digital e preserve-as no álbum digital Dreambooks. Pode começar já hoje com o software Dreambooks gratuito!

Fonte: http://www.dreambooks.pt/truques-dicas

sábado, 9 de março de 2013

10 Dicas de Fotografia para Iniciantes

Você não precisa ser um profissional para tirar fotos incríveis. Com simples instruções você pode melhorar o seu desempenho




Sem dúvidas, a imagem digital democratizou o meio fotográfico. O número de fotos disparadas por pessoas é cada vez maior, e as coisas não param por aí: estas mesmas pessoas estão compartilhando estes arquivos com amigos e familiares na internet.

É fácil botar a culpa na câmera quando as imagens não saem tão legais quanto as que vemos na rede. Porém, ao seguir algumas orientações você pode melhorar a qualidade de suas fotos - sem ter que investir muito dinheiro num equipamento novo.

Já está com a câmera na mão? Então leia as dez dicas que preparamos. Certamente você notará a diferença na próxima vez que sair por aí capturando o mundo ao seu redor.

Se você tem alguma dica que o ajudou a tirar fotos melhores, por favor, divida seu conhecimento conosco na seção de comentários.

1. Estrutura Básica
A estrutura – posição dos diferentes elementos no enquadramento - é o coração da fotografia. A regra de ouro mais fácil de aprender e lembrar é a Regra dos Terços.

Em suma, basta dividir o quadro em nove quadrados de tamanho mais ou menos similar. Tente dispor o objeto da foto neste plano de acordo com suas linhas e intersecções, então imagine a figura principal dividida nestes nove quadrados. Isto lhe dará uma perspectiva mais interessante do que se o objeto estivesse localizado bem no meio do enquadramento.

Muitas câmeras novas projetam uma “grade” segundo a Regra dos Terços que você pode ativar enquanto está fotografando.

2. Ajuste a compensação de exposição
Contanto que você não esteja no modo completamente manual, sua câmera digital toma decisões que determinam a exposição de uma imagem –  e vão ditar quão clara ou escura será a imagem.

No geral, as máquinas digitais definem uma exposição apropriada com base na claridade correta de um cartão cinza de 18%. Na verdade, é por causa dele que há modos de cena especiais para a neve – sem ele, a câmera deixaria o branco do gelo num tom acinzentado.

A imagem está muito clara ou escura? Explore os inúmeros modos disponíveis nas câmeras modernas, ou simplesmente tente compensar um pouco de exposição. Diversas delas possuem um botão físico para isso, identificado pelo símbolo +/-. Caso sua imagem esteja escura demais, mova-o para cima de zero; se estiver muito clara, para baixo.

3. Escolha o modo correto
Sua câmera deverá apresentar os níveis dos modos fotográficos que oferece. Você pode definir desde uma operação totalmente automatizada, até configurações de cena bem específicas.

Quando estiver fotografando uma ação rápida, você pode escolher a opção Prioridade de Obturador (“S”) e assim aumentar a velocidade de captação de imagem – deixá-lo em 1/125 segundo ou mais ajudará a congelar o movimento.

Em baixa iluminação, você pode usar a Prioridade de Abertura (“A”) para garantir que o máximo de luz possível passe pelas lentes. Mas ao fotografar paisagens num tripé, você pode fechar a íris das lentes para ampliar a profundidade do cenário, mantendo tudo em foco preciso a partir do primeiro plano até o horizonte.

Se você utiliza uma máquina digital de reflexo por lente, é mais provável que você use os modos A ou S, enquanto as câmeras compactas geralmente exigem configurações mais específicas para atender a atividades específicas, como esportes, ambientes escuros e paisagens.

4. Cuidado com o equilíbrio de branco
A câmera irá equilibrar o nível de branco automaticamente a partir do tipo de iluminação do ambiente no qual você está fotografando. Diferentes níveis de luz geram cores distintas – a luz do sol parece bem azul, do tungstênio, amarela e a fluorescente, um pouco esverdeada.

Em muitos casos, a câmera irá detectar espontaneamente em que tipo de iluminação você se encontra, e assim ajustará a cor das fotos para que pareçam naturais. Caso a luminosidade do ambiente esteja misturada, e a câmera fique confusa ao captar as diversas luzes, ajuste o equilíbrio de branco manualmente.

Boa parte das compactas exige a exploração das opções para configurar isso. Mas muitas máquinas digitais de reflexo por lente (ou D-SLR, sigla para Digital Single-lens Reflex)  possuem um botão dedicado ao Equilíbrio de Branco, que geralmente apresenta a sigla “WB”.

Posteriormente você pode corrigir a cor no iPhoto ou no Picasa. Mas, certamente, você terá fotos mais vistosas quando obtiver equilíbrio de branco adequado no momento da captação.

5. Pense na iluminação
Preste atenção na origem e quantidade de luz disponível ao tirar fotos. Quando se fotografa em ambientes externos é importante tomar cuidado para não captar uma pessoa que tenha o sol às suas costas.

Se você está fotografando um monumento ou um ponto de referência – onde não há flexibilidade para ajustar sua posição - utilize o flash para preencher as sombras. Nesses casos, ative o flash manualmente, já que há uma grande chance da câmera considerá-lo desnecessário num dia claro.

6. Use o flash com sabedoria
Quantos já não se frustraram ao usar o flash numa captação muito próxima ao objeto? Se seus amigos e familiares parecem o Gasparzinho nas imagens, com certeza você os fotografou perto demais. Ao ativar o flash, recue um pouco e utilize o zoom para conseguir o enquadramento apropriado.

Caso a fotografia ainda saia muito clara – ou escura – verifique se há a opção de compensação de iluminação. Muitas câmeras permitem que você ajuste a intensidade do flash, o que pode ajudar no equilíbrio geral. Acrescentar apenas um pouquinho de luz possibilita preencher as sombras, resultando numa foto mais natural.

7. Adicione um difusor de flash
Quando não há como controlar o flash, vale acrescentar um difusor para ajudar a espalhar a luz. Flashes menores não conseguem espalhá-la por uma grande área de superfície, e as pessoas ficam com uma aparência de “estado de choque”.

Usuários de compactas podem passar uma fita encerada sobre o flash para suavizar a vazão de luz. Já quem utiliza câmeras D-SRL devem usar uma latinha de filme 35 mm vazia – especialmente as da Kodak – com um corte que a encaixe sobre o flash. O Photojojo possui um tutorial  que lhe indica passo como fazer isso.

Caso você não tenha qualquer latinha de filme sobrando, procure em lojas especializadas em revelação de filmes. Se você achar muito difícil construir seu próprio difusor, cogite a possibilidade de comprar o Gary Fong Puffer (US$ 22), um acessório que ficará um pouco mais profissional em sua câmera.

8. Use um tripé ou um monopé
Às vezes, a melhor maneira de conseguir uma ótima foto é aproveitar melhor o tempo. Ao utilizar um tripé você poderá definir melhor o enquadramento, e pode vir a calhar – juntamente com o timer da própria câmera – na hora de tirar aquela foto de você e as crianças em frente ao Monte Rushmore.

Uma câmera compacta não exige um tripé caro, embora gastar um pouco mais em marcas como Manfrotto ou Gitzo resultará em menos frustração do que barganhas duvidosas. Aqueles que usam câmeras digitais de reflexo por lente precisam tomar cuidado ao escolher um tripé, já que os pés e o suporte deverão dar uma boa sustentação à câmera.

Caso você precise de um equipamento de fácil montagem e desmontagem, um monopé – que não passa de um tripé com duas pernas faltando – ajudará a estabilizar suas imagens. Ideal para fotografar em zoológicos e eventos esportivos, um monopé deve ser sustentado por suas pernas para dar estabilidade à câmera – mas pelo menos não depende da instalação demorada de um bom tripé.

9. Seja seletivo
É fácil tirar uma centena de fotos em poucas horas quando se usa tecnologia digital. Entretanto, não descarregue simplesmente todo seu cartão de memória e jogue tudo no Facebook. Gaste mais um pouco de tempo verificando as fotos para eliminar ângulos redundantes e descartar imagens que estejam fora de foco ou sem estrutura. É melhor postar uma dúzia de boas fotos do que centenas de imagens “não tão boas”.

10. Não se esqueça do processo de postagem
Procure usar um programa como o Picasa ou o iPhoto para organizar suas fotos. Ele lhe ajudará a cortar, corrigir as corres, ajustar a exposição, remover olhos vermelhos e desenvolver outras edições. A edição básica de uma foto pode ajudar a melhorar sua qualidade drasticamente.

Cortar um pouco a foto pode ajudar em termos de enquadramento, e você também pode girar a imagem para alinhar o horizonte. O objetivo é conseguir uma boa foto ao natural, mas não há mal nenhum em retocá-la um pouco.

Fonte: http://www.pcmag.com.br/dicas/10-dicas-de-fotografia-para-iniciantes?tbIndex=0#agenda


sexta-feira, 8 de março de 2013

5 Dicas para Fotografar Viajando


Eu adoro viajar e gosto muito de fotografar durante meus passeios. Mas meu trabalho não é este, e quando estou viajando não sou paga para fotografar. Viajo porque gosto e a fotografia só é algo que “encaixo” durante as expedições.



Vale até clichê na janelinha do avião | ISO 100 • 10mm • f/4 • 1/500 seg

Então me perguntam: “Como é que eu faço para aproveitar a viagem e conseguir fotografar também?”
1. O seu companheiro de viagem importa

O problema número um de qualquer viajante que gosta de fotografar é com quem ele viaja. Já viajei sozinha, com amigos e com família. É inevitável: quem busca imagens legais vai andar um pouco mais devagar, parar o carro mais vezes e querer esperar “alguns minutinhos” até a luz ficar perfeita.


É bom ter alguém pra bater papo enquanto a hora mágica não chega | ISO 100 • 10mm • f/14 • 1/100 seg

Se você está viajando com alguém é preciso achar o equilíbrio combinando um cronograma um pouco mais folgado do que normalmente seria. Com mais tempo entre cada passeio ou atividade você consegue fotografar melhor e sem seu companheiro ficar bravo com você.

Evitar de viajar com quem te enche a paciência também é uma boa dica, se isso for possível. ;-)
2. Viaje por mais tempo

Qualquer pessoa normal tira 30 dias de férias por ano. Tente viajar esses 30 dias! Ficar por semanas no seu destino faz você entender muito melhor o local e seus costumes. Nos primeiros dias você já “mata” as atividades obrigatórias, como ir no Cristo Redentor, onde dificilmente você vai tirar fotos diferentes dos outros milhões de turistas, e sobra tempo para as fotos realmente especiais. Só depois de um tempo é possível entender a energia de um lugar. E, acredite, isso faz muita diferença nas imagens que criamos.


Um lugar onde adoro passar semanas | ISO 100 • 70mm • f/2.8 • 1/160 seg

Sei que viajar por bastante tempo não é fácil (e nem barato, dependendo pra onde você vai). Mas se não der pra ficar um mês fora considere ficar o tempo que você tiver em poucos destinos. Evite viagens do tipo “Conheça 5 países da Europa em 15 dias”. Fotos de viagem interessantes contam histórias e a gente só conhece histórias com tempo. Fotos de paisagem precisam de tempo para serem planejadas e executadas. Ou seja: tempo é essencial.
3. Faça seu “dia da fotografia”

Se seu objetivo da viagem definitivamente não é fotografar ou seu companheiro de viagem não curte muito a ideia de mudar o cronograma por causa disso, planeje e negocie um dia da fotografia. Ali pela metade final da viagem planeje voltar a algum lugar que você achou interessante no nascer do sol, passear sem planos para fotografar as pessoas durante o dia e ir para outro local bonito no fim do dia.

No dia da fotografia você pode se preocupar só com as imagens que quer criar. Sem passeios apertados, museus e atividades turísticas.
4. Fotografar ou descansar?

Em 2012 eu não fiz nenhuma viagem de férias. Fiquei quase 200 dias fora de casa, viajei cerca de 80.000km em mais de 30 cidades e 10 países diferentes. Muitas dessas viagens eram a trabalho, mas mesmo nas “a passeio” eu me senti trabalhando e cansada – tudo porque sou fotógrafa e não resisto procurar fazer fotos bonitas. :-)


Nem toda foto precisa ser incrível | ISO 100 • 22mm • f/4.5 • 1/50 seg

Para mim vale a pena porque meu ano inteiro é uma mistura de férias (posso dormir até tarde quase todos os dias) e trabalho. Mas se você tem um período específico do ano para suas férias, evite levar consigo a pressão da fotografia.Você não precisa voltar das suas viagens com as fotos mais lindas já feitas no universo. Se este não é seu trabalho aproveite as férias para realmente limpar a mente e deixá-la novinha em folha para novas ideias quando voltar pra casa.
5. Fotografe a sua cidade

Lembra que eu disse que precisamos de tempo para conhecer bem os lugares e assim fotografá-los melhor? Pois então: passamos a maior parte do nosso tempo na nossa própria cidade! Conhecemos suas histórias e segredos como ninguém.


Curitiba | ISO 800 • 10mm • f/3.5 • 1/13 seg

Você pode fotografar a sua cidade com a vantagem que todos os turistas que a visitam não possuem: você está lá sempre e se a luz não ficar boa você pode voltar no dia seguinte.


Fonte: dicasdefotografia.com.br/5-dicas-para-fotografar-viajando